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Dragonlance Legends e ainda doente

01/09/2009
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Ainda doente então é provável que hoje eu não produza nada. Então aqui vai uma série de comentários aleatórios, porque não estou num dia bom pra pensar em coisas complicadas.

A versão final do doc com as regras de Ravenloft 4e (incluindo as alterações que o grupo fez desde o começo da campanha) está quase pronta, só falta uma revisão final. Acredito que até o final da semana termino.

Estou lendo “The Annotated Dragonlance Legends”. Após a triologia clássica de Dragonlance foram lançados ainda vários livros, entre eles uma triologia sobre os irmãos Majere (Caramon, Raistlin) que se passa após o fim da guerra. Esses três livros foram unidos num único volume formando esse livro que estou lendo (o que faz do livro um tijolo de mais de 1000 páginas). Até agora está divertido e parece melhor que a triologia clássica.

Estou na metade do livro básico de Dragonmech. Pra quem não conhece, Dragonmech é um cenário da 3e que trata de um mundo de fantasia medieval genérico que é destruído por pedaços da lua que começam a cair (devastando a superfície) e dragões alienígenas que descem para o planeta e começam a atacar a população. Para sobreviver as pessoas tentam se refugiar nos subterrâneos do mundo. Entretanto isso gera conflito entre as raças e se prova inviável pra maioria pela simples falta de espaço para todos. É então que os anões começam a construir os primeiros mechs à vapor. Grandes mechs são feitos e utilizados como ‘cidades ambulantes’ pela população. Mechs menores são usados como forma de proteção no ambiente hostil que se tornou o planeta. O cenário segue um estilo pós-apocalíptico com mechs gigantes, fantasia medieval e um toque de Mad Max. A idéia é ótima e o cenário é bem construído. O problema é o sistema.

O sistema de construção e combate de mechs parece muito complicado e tem muita coisa escolhida com base em opiniões do autor e não playtest. Várias habilidades desenvolvidas para personagens do cenário não me parecem funcionar direito em jogo ou dar margem pra abuso. Se eu mestrar isso um dia, provavelmente uso M&M com as regras do Mecha & Manga.

Também cheguei a metade do Scion: God. Scion é uma linha da White Wolf que trata de um mundo onde os deuses tem filhos com os mortais. Esses são os personagens-jogadores e chamados no jogo de Scions. Os personagens então passam a participar de uma guerra secreta contra os Titãs, antigos inimigos dos deuses. A linha é dividida em três livros principais (Herói, Semi-deus, Deus) e mais dois suplementos. O primeiro livro traz as regras pra jogar com personagens no nível heróico, com personagens bem cinematográficos. Semi-deus é para ser usado quando os personagens superam o patamar heróico (e se tornam semi-deuses, claro) e Deus quando eles finalmente alcançam o mesmo patamar de seus pais.

O problema, como muita coisa da WW, é a mecânica. No livro Herói tem muita coisa que precisa de house-rule do mestre ou pode sofrer abuso. No Semi-deus as regras parecem ser mais bem escritas e o sistema parece funcionar melhor. No Deus o sistema me parece quebrar mesmo. Outro jogo em que é provável que eu utilize o M&M como sistema e só aproveite a ambientação.

2 Comentários leave one →
  1. 01/09/2009 2:10 pm

    Bom, ficar doente pelo visto ajuda na leitura dos RPGs!😀 Melhoras!

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