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Campanha de Dragonlance 4e: Cronologia

13/10/2009

Depois do TPK completo na campanha de Ravenloft (e tem gente que acha que a nova edição ficou menos perigosa) vamos passar pra campanha de Dragonlance. Quinta Era com algumas modificações.

Primeiro, uma timeline de Dragonlance. Eu vou fazer a campanha pelo menos dez anos após o fim do timeline (440 AC ou 57 SC).

Eu ainda estou lendo o cenário. Tenho que ler os dois básicos (o livro base da 3e de Dragonlance e o livro da Era dos Mortais) mas já comecei a leitura e isso não deve demorar. Acredito que dá pra começar a campanha lá por fins de novembro, começo de dezembro.

Até lá vou incluindo material da campanha aqui, falando das raças, classes, etc. Se alguém tiver alguma idéia ou quiser algo incomum, me avisa que arranjamos uma maneira de incluir.

Eu devo usar muito material do DMG 2. Principalmente as alternativas aos itens mágicos e algumas idéias na construção de campanhas. Estou tentando me manter fiel a parte mecânica do sistema, pra facilitar o uso de material já disponível e permitir o uso do CBuilder sem problemas. Essa semana já devo incluir a parte das raças, falando sobre cada uma e dando o equivalente mecânico delas (halflings viram kenders e kobolds viram anões gully, por exemplo).

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5 Comentários leave one →
  1. JOrge permalink
    14/10/2009 1:37 am

    Legal a proposta. Mas sincerametne eu não gostaria de jogar com 2 personagens, na verdade porque no momento esotu apenas com vontade de jogar com um paladino.

    • Ruet permalink
      14/10/2009 3:30 am

      2 personagens??

    • cesar/kimble permalink*
      14/10/2009 11:46 am

      Um dos motivos pro uso de dois personagens era fazer com que os jogadores ficassem menos tempo parados. Tu sabe como nosso grupo funciona, se eu dou duas opções de caminho, metade vai pra um lado e metade vai pro outro. A questão é que isso tende deixar sempre parte do grupo sem fazer nada, enquanto espera que a outra parte resolva as situações em questão. E eu tenho que ficar fazendo ginástica mental indo de um lado pro outro pra tentar não deixar qualquer um dos grupos parado por muito tempo. Dois grupos de personagem permitiriam essa divisão sem que ninguém ficasse parado, pois numa situação de escolha entre duas opções eu poderia dividir o grupo maior em dois grupos menores (e os jogadores teriam personagens nos dois grupos) e resolveria cada situação numa aventura diferente.
      Uma opção se você não quiser ter um segundo personagem permanente e algo que eu queria tentar fazer era usar ocasionalmente um NPC de apoio pro grupo. Tipo, vocês chegam as ruínas de uma antiga cidade anã e encontram um explorador anão que conhece o lugar e aceita guiar vocês por ali, pois tem interesse em algo lá dentro. Ou vocês vão negociar um acordo com os Silvanesti e um dos elfos resolve apoiar, ensinando a maneira certa de se comportar na corte e usando dos contatos dele pra ajudar o grupo. Eu te deixaria interpretar esse NPC (montando como personagem-jogador ou NPC segundo as regras do DMG2, a gente veria isso) sempre que teu paladino não estivesse por perto. E você sugerindo que NPC gostaria de interpretar. Por exemplo, o grupo onde teu paladino não está foi para as ruínas de uma cidade devastada. Saiu uma nova build dos clérigos que você queria experimentar. Você me avisa, a gente coloca um npc clérigo ali onde você pode experimentar esse build. Se gostar, ele pode até continuar com o grupo até cansar. Se não quiser, ele fica ajudando os sobreviventes na cidade ao final da aventura.
      Isso também está relacionado com a proposta que eu quero usar pra essa campanha. A idéia é utilizar uma estrutura mais parecida com um livro, usando um número maior de NPCs, e mais ênfase no roleplay do que eu tenho usado até agora.Ter mais personagens permite mais interações e desenvolvimento de mais histórias secundárias.
      E além disso, algo comum no grupo é troca/alterações de personagens. Com dois personagens, um poderia ser ‘O Cara’, aquele que sempre é mantido para facilitar a continuidade nas tramas (e é algo que a gente já tinha conversado, tramas muito elaboradas são complicadas quando os personagens principais tendem a mudar de tempos em tempos). E o outro é o descartável, aquele que morre/fica pra trás/se aposenta sempre que der vontade de jogar com algo novo ou experimentar algo diferente e serve mais como um ‘ator coadjuvante’ pros outros personagens.
      A gente conversa mais no MSN depois e vamos ver se conseguimos equilibrar as coisas.

  2. Ruet permalink
    14/10/2009 4:42 pm

    Tinha passado batido nesse post, huauhauhaua
    Pow, gostei mesmo da idéia…

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