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Só para terminar a tarde

25/05/2010

Algumas coisas que andam na minha cabeça e resolvi escrever. Vou tentar manter spoiler-free ao máximo.

Primeiro, o Pymapper (link). Pra quem não conhece, é um programa para criar mapas usando os tiles de D&D (aquela série de produtos que traz peças que podem ser usadas para montar mapas).

Você baixa o programa, a atualização e depois é só fazer download dos pacotes com os tiles que quiser usar. Ele permite limitar a quantidade de sets sendo usados. Eu tenho dois sets de Sinister Woods, por exemplo, e por isso limito o programa a esse número. Isso evita que eu use mais peças do que possuo quando estou criando os mapas. Ao terminar, posso tanto imprimir uma imagem com o mapa completo quanto uma lista com as peças que usei.

Está sendo muito útil agora que já tenho alguns sets. Mesmo pra quem não usa os dungeons tiles, é um bom criador de mapas para aventuras. É produto de fã, então algumas coisas são meio truncadas e leva algum tempo para pegar o jeito. Também é preciso entrar no grupo do yahoo dos desenvolvedores para ter acesso ao programa.

Finalmente estou lendo o Siege da Marvel. Estou logo depois da morte de um dos meus personagens preferidos no Reinado Sombrio (e a primeira grande morte no Siege). Vou evitar spoilers porque isso vai demorar pra chegar aqui ainda, mas tanto personagem ruim pra morrer e eles tiram logo um divertido. Pelo menos a série está boa (melhor que a do Hulk ou Invasão Secreta). Sem grandes tramas políticas, sem muito tempo discutindo, sem Vingadores fazendo a mesma coisa por quatro edições. Ação, pura e simples. E é incrível como conseguiram trabalhar bem a imagem do Capitão América nos últimos anos. Eu não dava a mínima pro personagem quando era guri, agora estou torcendo por ele.

Finalmente cheguei na parte do Blackest Night que a ‘nova/velha esperança’ deles aparece. Inicialmente estava achando divertida a série, só que não valia a pena comprar o encadernado. Depois das últimas edições (os personagens ‘recrutados’, quem vai usar a ‘grande arma’ contra os Lanternas Negros, etc.) já estou considerando.

As histórias do Batman novo estão ótimas. Da família toda do Batman, até a Batgirl. A revistinha do Red Robin tem conseguido ser divertida, simples e, ao mesmo tempo, desenvolver o personagem. E ver o Grayson e o Damian interagindo nas revistinhas normais do Batman é ótimo. O guri é tão irritante que chega a ser divertido.

Tantas revistinhas em quadrinhos talvez tenham me influenciado nos últimos dias a pensar em algumas idéias pra campanhas de supers. Nada que eu queira mestrar agora, são só aquelas idéias que às vezes que demoram pra sair da cabeça. Algo que tem me feito perder algum tempo é imaginar como seria uma história similar a Guerra Civil da Marvel, se ocorresse na DC. E acabei pensando também sobre como seria um World War Hulk (Bizarro no lugar? Black Adam?), um Invasão Secreta e um Reinado Sombrio. Até um Siege eu tive algumas idéias. Provavelmente nunca vou mestrar isso, é só uma série de idéias que eu fico trabalhando quando estou numa situação monótona ou quero perder algum tempo. Já saíram algumas idéias legais, vou tentar colocar tudo no papel depois.

Ainda sobre rpg, acho que finalmente consegui resolver um problema importante na campanha de Dragonlance. Estava em dúvida sobre o que fazer com certo personagem importante. Acabei traçando uns quatro ou cinco planos pra ele no futuro, só que nenhum parecia fechar com a história, ser divertido pra jogar ou ser justo com os jogadores. Finalmente cheguei num modelo que acredito que vai ser divertido, combina com o que estamos jogando e os jogadores vão poder participar de forma ativa. Quando a campanha acabar (daqui a alguns meses) explico sobre o que se tratava.

Ainda sobre a campanha, só quero soltar um comentário sobre o esforço que tenho feito no desenvolvimento dela. Provavelmente, é uma das campanhas que mais me consumiu tempo e esforço para conseguir fazer uma história divertida. Eu gosto de fazer tudo isso, só que percebo que não conseguiria manter duas campanhas com o mesmo nível de investimento ao mesmo tempo. É provável que eu fiquei algum tempo sem mestrar algo ‘sério’, com história maior ou alguma coesão entre sessões por algum tempo, depois que terminar essa campanha. Mesmo assim, já percebo que valeu muito a pena tudo até agora. Vai ser uma dessas campanhas que vou lembrar depois.

E nesse sentido, acredito que o fato de estar usando a 4e me ajuda a perder menos tempo criando fichas de monstros/npcs, desenvolvendo encontros, procurando formas de corrigir problemas de desequilíbrio e todo o resto que tinha que lidar nas edições anteriores. Não é uma crítica real as edições antigas (eu ainda jogaria várias delas numa boa), eu só estou comentado que a edição atual consome menos do meu tempo e energia na preparação da mecânica das sessões, deixando mais espaço para me preocupar com a história. E sim, eu percebo a ironia disso considerando o quão focada na mecânica a 4e é.

One Comment leave one →
  1. Arquimaago permalink
    25/05/2010 8:23 pm

    O ultimo parágrafo… tantos estão falando isso… as vezes se tivesse grupo, talvez me interessasse… mas por hora vou tentar outra coisa mesmo…

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