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Killing Streets (resenha)

26/11/2012
ks.phtml

Já faz uns dois meses que eu comecei a ler material antigo do World of Darkness, especificamente o mundo oriental dele. Eu sempre gostei da parte oriental do cenário, exatamente por se assumir bizarra e com uma tendência para cenas de ação.

Isso me fez ir atrás de alguns livros que não li dessa linha, como o suplemento Killing Streets. Esse suplemento trata do submundo do crime oriental e como mestrar aventuras baseadas no gênero hardboiled, no estilo Sin City. Histórias com moralidade cinzenta, criminosos, violência, introspecção, desespero e finais amargos são a marca desse gênero e é esse tipo de história que o suplemento tenta ajudar a criar.

O livro faz isso muito bem. Ele começa descrevendo de uma forma simples e resumida a situação das diferentes organizações criminosas, incluindo explicações sobre fatos históricos e eventos importantes que influenciaram a formação e desenvolvimento dessas organizações. Yakuza e as Tríades recebem mais atenção, descrevendo sua formação, organização e estilo de liderença. Além disso ele também trata de outros elementos importantes para esse tipo de crônica, como as pressões sociais causadas pela rápida modernização e a concentração de riqueza.

Em seguida ele passa uma lista de NPCs importantes nessas regiões, normalmente criaturas sobrenaturais mas com alguns humanos comuns. Cada NPC tem uma ficha própria, um pequeno histórico e sugestões de como utilizá-lo numa história.

O penúltimo capítulo traz dicas sobre como mestrar uma campanha nesse estilo de super-violência, desesperança e crime. O último traz os broken mirrors, locais no mundo real que começaram a ser afetados pelos reinos espirituais dos Yama Kings, os grandes vilões da linha oriental do WoD.

Killing Streets é um bom suplemento. Mesmo para quem não gosta de Vampiros Orientais ele ainda é uma boa fonte de idéias, pesquisa e informações sobre o submundo oriental. A quantidade de material mecânico é pequena (somente o capítulo de NPCs, praticamente) e tem material suficiente para ser uma boa leitura mesmo para quem não joga na linha oriental do antigo Mundo das Trevas, mas quer mestrar uma campanha envolvendo criminosos orientais.

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